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Notícias/Destaque25/08/2026· Local

10 membros que edificam a igreja

Paulo exorta os coríntios a “estarem de acordo uns com os outros” e a evitar divisões para que sejam “perfeitamente unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer” (1 Coríntios 1:10). Isso começa ao imitar a humildade do Salvador (Filipenses 2:1-5). Esses irmãos reconhecem e incentivam os dons espirituais dos outros, focando em servir, não em serem servidos promovendo uma comunhão que é motivo de alegria para os pastores.

 

Sábios e prudentes na caminhada cristã

Uma igreja cheia de crentes sábios é uma grande bênção. A verdadeira sabedoria vem de Deus (Provérbios 16:16; Tiago 3:17) e é a base de muitas coisas boas na comunidade. Os sábios aceitam conselhos espirituais e disciplina, sabem ouvir mais e falar com prudência, buscando entender os caminhos de Deus.

 

Além disso, administram os recursos com cuidado, não confiando nas riquezas, mas focando na missão de Deus para a igreja. Tomam decisões com oração e prudência, aprendendo com os erros e amadurecendo na sabedoria. Paulo exorta: “Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem, não como insensatos, mas como sábios” (Efésios 5:15).

 

Esses cristãos são instrumentos para encorajar, aconselhar e abençoar o povo de Deus em meio aos desafios da soO temor saudável de Deus

O mundo está cheio de medo, e é natural que os cristãos também sintam temor. Porém, o medo que paralisa atrapalha o crescimento espiritual. Existe, entretanto, um temor saudável e poderoso: o temor do Senhor. Para o incrédulo, significa juízo e condenação eterna (Lucas 12:5; Hebreus 10:31). Para o cristão, é reverência que molda suas escolhas e estilo de vida.

 

Mais que respeito, o temor de Deus envolve entender que Ele odeia o pecado (Hebreus 12:28-29; Deuteronômio 10:12, 20-21) e que pode disciplinar Seus filhos por amor, como um pai amoroso (Hebreus 12:6-11). A sabedoria essencial para crescimento e liderança começa com o temor do Senhor (Provérbios 9:10).

 

O temor dos homens gera ansiedade por aprovação e rótulos, mas o temor de Deus traz desejo pela Sua aprovação e identidade nEle. Observe em sua igreja quem vive esse temor sincero, pois Deus os usa poderosamente para avançar Seus propósitos.

 

Vida de fé que inspira a igreja

Sem fé em Deus e na certeza de que Ele recompensa quem o busca, é impossível agradá-Lo (Hebreus 11:6). A fé encoraja pastores e líderes a confiar no crescimento do ministério. Todo cristão precisa exercitar seus “músculos da fé” e usar as dificuldades da vida para fortaA fé fraca se contenta com o seguro, mas o cristão cheio de fé deseja crescer e crer em coisas grandes, até audaciosas (2 Tessalonicenses 1:3). Paulo incentiva: “Assim como vocês receberam Cristo Jesus, vivam nele, enraizados e edificados nele, fortalecidos na fé” (Colossenses 2:6-7). Seja grato pelos membros que vivem pela fé, acreditando no impossível.

 

Humildade genuína e serviço abnegado

Este tipo de cristão é o oposto de membros exigentes, egoístas ou que buscam se impor. Humildade não é natural e precisa ser cultivada. Paulo diz em Filipenses 2:3-5: “Nada façam por ambição egoísta ou vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês”. Na tradução A Mensagem, o versículo 4 diz: “Esqueçam-se de si mesmos tempo suficiente para ajudar os outros”.

 

Jesus serviu humildemente ao Pai, deixando a glória do céu para buscar e salvar os perdidos (Filipenses 2:5-8; Lucas 19:10). O cristão que esquece interesses pessoais e agendas é sempre bem-vindo e uma bênção. Somos chamados a servir uns aos outros em amor, ajudando a carregar os fardos (Gálatas 5:13; 6:2). Identifique quem serve com humildade, suprindo necessidades e honrando a Deus.

 

Confiança na salvação e crescimento espiritual

Alguns dos membros mais tristes são os que não têm segurança da salvação. Por outro lado, pastores se alegram com crentes fervorosos que sabem que foram perdoados pelo sacrifício de Jesus e são abençoados “em Cristo” (Efésios 1:6-7). Com essa certeza, eles crescem e incentivam outros a Pastores se preocupam com frequentadores que não são verdadeiros cristãos. Jesus alertou que muitos dirão: “Senhor, Senhor”, mas Ele responderá: “Nunca os conheci; afastem-se de mim” (Mateus 7:21-23). Membros falsos podem estar sentados nos bancos silenciosamente, atrapalhando a obra de Deus. Toda igreja deve orar para que Deus convença esses falsos cristãos, levando-os ao arrependimento e à verdadeira maturidade espiritual.

 

Glorifique a Deus pelos membros que realmente se entregaram a Cristo, confiando nEle, vivendo para Ele e compartilhando Sua mensagem. A igreja só tem a ganhar com esses irmãos fiéis. (Com informações de Redação – Crosswalk)

Fonte: wp:net3gospel.com.br:53961