
Caráter, competência e cosmovisão cristã
O pastor Teo Hayashi, líder da Zion Church, também falou sobre os critérios que considera importantes para a escolha de candidatos.
“Para a escolha de candidato, estou olhando três questões: primeiro, você tem que olhar o caráter; segundo, a competência; e, terceiro, o alinhamento incondicional à cosmovisão cristã.”
Em sua publicação, Hayashi chegou a apresentar suas escolhas pessoais para diferentes cargos. Ao orientar os cristãos, porém, ressaltou que pode haver divergências entre os eleitores e defendeu que cada um avalie seu voto de acordo com suas convicções e os princípios bíblicos.
“Talvez você venha a discordar de um ou de outro, ou até concordar com todos. Desde que você esteja votando de acordo com a Palavra de Deus e com aquilo que os princípios da Palavra instruem, eu também estou aí junto contigo.”
Para o pastor, a participação nas eleições também faz parte dessa responsabilidade.
“Não votar não é nenhuma opção para o cristão, especialmente no contexto do momento que o país esNa mesma conversa, o pastor Fábio Coelho chamou a atenção para outro aspecto da relação entre Igreja e política: o conteúdo dos púlpitos.
Ao comentar a crítica do apresentador Rogério Vilela, do podcast Inteligência Ltda., sobre pastores indicarem candidatos nas igrejas, Fábio afirmou que a principal missão pastoral é o discipulado e que o Evangelho deve permanecer no centro da pregação.
“Um pastor, ou um grupo de pastores, tem uma função, que é discipular as ovelhas de Jesus. E qual é a mensagem central dos púlpitos da igreja evangélica? O nome já diz: igreja evangélica ou igreja cristã. É o Evangelho.”
“Então, o Evangelho precisa ser a mensagem central do púlpito”, acrescentou.
‘Compete a nós governar pela oração’
A pregadora Valnice Milhomens, por sua vez, destacou a oração como responsabilidade da Igreja diante do cenárioNão tem desespero’
Já o pastor Douglas Gonçalves, fundador do JesusCopy, destacou a necessidade de o cristão votar com sabedoria, oração e reflexão, sem tratar o resultado eleitoral como se estivesse acima da soberania de Deus.
“Nós precisamos votar. ‘Meu Deus, se não entrar o fulano, acabou o mundo.’ Tem alguém que está no trono, governando todas as coisas, que põe e tira governantes. Ele está no trono.”
Douglas orientou os cristãos a refletirem sobre suas escolhas à luz das Escrituras.
“[Precisamos exercer] uma posição de sabedoria, orar sobre isso, interceder, pensar, raciocinar, olhar para as Escrituras e perguntar qual seria a melhor decisão. E ir, de forma muito responsável, e votar.”
E enfatizou: “Não tem desespero. ... Tem alguém que é dono de todas aNós, como Igreja de Cristo nesta nação, profetas, temos que nos levantar, porque compete a nós governar pela oração.”
Ao abordar os Três Poderes, Valnice relacionou a autoridade exercida por governantes e instituições à soberania de Deus.
“Yahweh é o nosso juiz. [...] Ele é o supremo juiz, e toda justiça Dele procede. Todo juiz da Terra deveria julgar de acordo com o supremo juiz e a Sua reta justiça.”
Sobre o Legislativo, declarou: “Yahweh, o Deus soberano, é o legislador supremo”. Segundo ela, as leis “federais, estaduais e municipais” devem ser de acordo com os princípios estabelecidos por Deus.
Por fim, ao falar sobre o Executivo, afirmou:
“Yahweh é o nosso Rei. [...] Ele é o Rei dos reis, Ele é o Senhor dos senhores. Todo rei, todo presidente, todo primeiro-ministro, não importa qual seja o sistema de governo, deve se sujeitar Àquele que tem autoridade suprema.”
E concluiu: “Todo governo deve se alinhar ao supremo Rei, Senhor do Universo.”
Fonte: Guiame




