
Testemunhos Ex-trans tem identidade restaurada após ouvir Deus em culto: “Vou mudar tuas vestes” Laís Keller passou anos injetando testosterona e chegou a iniciar o processo de mudança de nome antes de se render a Jesus. Fonte: Guiame Atualizado: terça-feira, 27 de outubro de 2026 às 12:10 Laís Keller teve a vida transformada por Jesus. (Foto: Reprodução/YouTube/Positivamente Podcast) Laís Keller teve a vida transformada por Jesus. (Foto: Reprodução/YouTube/Positivamente Podcast) Uma mulher que passou anos vivendo como homem trans, injetando testosterona e chegou a iniciar o processo de mudança de nome, testemunhou como Jesus transformou sua história após ela começar a frequentar a igreja e estudar a Bíblia. “Antes da Laís que fala de Jesus, de família, de maternidade, existia uma outra Laís. Uma Laís que passou anos tentando descobrir quem era. Uma Laís que tomou decisões sobre a própria identidade e defendeu coisas em que ela acreditava, que faziam sentido, que viveu a experiência que hoje faz parte do meu testemunho”, disse Laís Keller no Instagram. “Até que um dia, eu conheci alguém que mudou completamente a maneira como eu enxergava a minha própria vida. Jesus, exatamente”, acrescentou. Desde a infância, Laís tinha comportamentos que considerava masculinos. Como o pai viajava muito, ela buscava maneiras de chamar sua atenção e percebeu que ele se admirava quando ela agia daquela forma. “Eu via que ele se admirava, então, inconscientemente, eu falava: ‘Acho que o caminho é esse’”, lembrou ela durante uma entrevista ao Positivamente Podcast. Na adolescência, Laís começou a sentir atração por pessoas do mesmo sexo: “Na verdade, é um sentimento com o qual eu nunca concordei. Quando cheguei à adolescência, na escola, via algumas meninas que eram diferentes e passei a me interessar, mas sem discernir o que era aquele sentimento. Acabei cedendo pela curiosidade”. Crise de identidade Mais tarde, quando teve a oportunidade de morar fora do Brasil para competir profissionalmente no atletismo, Laís contou que esse sentimento cresceu. “Ao mesmo tempo em que eu via esse sentimento crescendo, eu me entristecia e acreditava que o meu destino era aquele. Eu lutei contra esse sentimento até os meus 18 anos”, disse ela. Aos 18 anos, ela cortou o cabelo, mudou suas vestes e começou a injetar testosterona. Com o tempo, Laís decidiu assumir uma identidade masculina e chegou a reunir os documentos necessários para mudar seu nome. Naquele período, ela contou que também passou a usar drogas, como cocaína e maconha, e enfrentou crises de ansiedade e pânico. “Eu cheguei a um ponto em que não sabia a forma como as pessoas me enxergavam, se era uma mulher com aparência masculina ou um homem com aparência feminina. Aquilo me causava muito constrangimento”, contou.