
Cargas incluíam drogas e aparelhos telefónicos - Foto: Divulgação/Senappen Operações integradas entre a Força Penal Nacional e a Polícia Penal de Mato Grosso do Sul interceptaram 18 drones na Segurança Máxima de Campo Grande ao longo dos últimos dois meses. Os equipamentos eram usados por criminosos para arremessar celulares e porções de drogas diretamente nos pátios do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho. A apreensão dos aparelhos gerou um prejuízo imediato superior a R$ 300 mil às quadrilhas. O cálculo considera apenas o valor de mercado dos próprios drones recolhidos, sem contar o preço dos entorpecentes e dos celulares interceptados pelos agentes durante as tentativas de entrega. Para tentar escapar do monitoramento dos policiais, as aeronaves recebiam ganchos e travas improvisadas que permitiam soltar as encomendas no ar, sem a necessidade de pousar no chão da prisão. Conforme os relatórios da segurança, cada viagem conseguia carregar até seis celulares e pacotes com cerca de 600 gramas de cocaína e maconha. Presídio instala telas e equipamentos vão para treino de agentes Para frear os arremessos, a direção do presídio começou a instalar telas de proteção sobre os pátios abertos. As redes funcionam como uma barreira física para segurar os pacotes jogados pelos drones antes que as encomendas cheguem às mãos dos presos nos pavilhões. Já os 18 drones apreendidos foram entregues à Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e serão aproveitados no treinamento dos policiais penais. Os resultados das operações subsidiam a avaliação e o aperfeiçoamento das estratégias de combate ao uso de aeronaves remotamente pilotadas para introduzir materiais ilícitos nos estabelecimentos penais. *Com informações da Senappen O post Forças penais derrubam 18 drones na Segurança Máxima de Campo Grande apareceu primeiro em RCN67 .
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